quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Thais Macedo





Zorba Devagar




Zorba Devagar
Ainda criança ingressou na ala mirim do bloco carnavalesco Tô Por Fora, organizado por moradores da rua Real Grandeza, onde foi criado, no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Passou a frequentar as reuniões de samba no bairro na adolescência, quando começou a compor seus primeiros sambas, os quais apresentava no bar Cantinho da Fofoca, reduto de sambistas de Botafogo na década de 1960, bar no qual também se apresentavam Paulinho da Viola, Mical, Niltinho Tristeza, Mauro Duarte, Walter Alfaiate, Vavá e Miúdo. Em 1964 passou a fazer parte da ala dos compositores do Bloco Carnavalesco Foliões de Botafogo, que contava com Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Niltinho Tristeza, Cabeleira, Pedro Martins, entre outros. Em 1966 foi o primeiro colocado no festival de samba promovido pelo SENAC-Unidade Botafogo, com a música "Adeus tristeza". No ano de 1968 passou a fazer parte da ala dos compositores do Bloco Carnavalesco Bloco na Chuva. No ano seguinte, em 1969, para o mesmo bloco carnavalesco, ganhou a disputa de samba enredo com a composição "Terremoto". Teve sua primeira composição no ano de 1975 quando seu samba "E a vida continua" foi incluído no disco "Paulinho da Viola", lançado pelo cantor neste mesmo ano. Em 1979 Paulinho da Viola gravou "Coração oprimido", parceria com Walter Alfaiate, no disco "Zumbido". Em 1982 a música "Que trabalho é esse?", parceria com Mical,  gravada por Paulinho da 
Viola, fez parte da trilha sonora da telenovela "Champanhe", da Rede Globo de Televisão. Em 1985 o samba "Ainda que tarde", parceria com Paulo Giorgio, foi gravado por Roberto Ribeiro no disco "De palmares ao tamborim". A partir de 2003 passou a se apresentar no evento "Samba de Botafogo", organizado pelo professor universitário e sambista Paulinho do Cavaco. 
(fonte: Dicionário Cravo Albin da Musica Popular Brasileira)

Maurício Verde


Maurício Verde
Nasceu em Caçapava, no interior de São Paulo, mas passou sua infância nos arredores da Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro.
Aos dez anos começou a ter aulas de violão em casa com seu pai, Alberto Verde, músico da Banda do Exercito do Regimento Sampaio, da Vila Militar do Rio de Janeiro, e com seu tio, Roberto Verde, professor  de violão e inspetor de Policia Civil do Rio de Janeiro.
Formou-se Técnico em Contabilidade pelo Colégio São Sebastião, no Rio de Janeiro.
Fez o curso de Composição e Regência na faculdade de Música da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, onde estudou Teoria Musical, Solfejo, Princípios de Harmonia, Ritmo e Som, Percepção Musical, com o maestro Orlando Silveira e com as professoras Carolina Alfaro e Felícia Wang.
Aos treze anos de idade fez sua primeira aparição artística profissional, tocando músicas de Chico Buarque ao violão, no Colégio Cruzeiro, no Rio de Janeiro.
Integrou o grupo Choro de varanda, com o qual foi vencedor do “Prêmio Jacob do Bandolim” no 5º Concurso de Choro em 1981 e do “Premio Ernesto Nazareth” no 6º Concurso de Choro em 1982, promovidos pela Secretaria de Municipal de Educação e Cultura do Rio de Janeiro na Sala Cecília Meireles. Com o grupo lançou o CD “Eternamente Choro”, pelo selo Rob Digital em 2002.
Participou como músico do LP “Amor existe – Osvaldo Souza e Célia de Souza” (Filigranas Musicais, 1988).
Nos anos de 1990 integrou a banda que acompanhava Dona Ivone Lara em suas apresentações, gravando nos CDs “Nasci pra sonhar e cantar” (Natasha Records, 2001), “Sempre a cantar” (Universal Music, 2004); produzindo e arranjador os CDs “Nas escritas da vida” (LGK/ Microservice, 2010) e “Baú da Dona Ivone” (Independente, 2012).
Gravou cavaquinho na coletânea de 3 LPs “Ari Barroso 90 Anos” (Fenab/ Banco do Brasil, 1992), em homenagem ao compositor.
Em 1994 participou do “Projeto Pixinguinha” com Dona Ivone Lara, Elton Medeiros e Noca da Portela.
A partir de 1994 integrou a banda de Altamiro Carrilho, com a qual participou do “Projeto Serasa” em 1999 e gravou os CDs “Altamiro Carrilho in Concert – 125 Anos de Chorinho” (Independente, 2000), “Simplesmente Música” (Independente, 2002), “Música, graça de Deus” (Independente, 2005), “Primeira noite em Niterói”,  “Segunda noite em Niterói” e a caixa com 3 CDs “Poesia do sopro” (Biscoito Fino, 2008), o box com 4 DVDs “A fala da flauta” (Biscoito Fino, 2009) e do “Songbook Altamiro Carrilho” (Choro Music, 2009).
A partir de 1995 atuou como músico da banda de João Nogueira, participando do “Projeto Pixinguinha” nesse mesmo ano. Nesse trabalho gravou o CD “João de todos os sambas” (BMG Brasil, 1998).
Tocou cavaquinho na gravação de algumas das faixas do CD instrumental  “Um alô para o six” (Kuarup, 1997), de Rossine Ferreira.
Foi um dos músicos convidados para a gravação do CD “Balaio do Sampaio” (Polygram, 1998), em tributo a Sergio Sampaio.
Participou, com o Conjunto Bar do Bola, do seriado “Mulher” e da mini série “Chiquinha Gonzaga”, com o Regional do Joaquim Antônio da Silva Callado, exibidos pela Rede Globo em 1998 e 1999, respectivamente.
No ano de 2000 apresentou-se no programa do Faustão com o Regional do Caçulinha.
Em 2001 gravou cavaquinho na coletânea “João Nogueira através do espelho”, em homenagem ao compositor e em 2008 no primeiro CD póstumo do mesmo “O nome do samba é João”, registro de show gravado em 1998 na casa Hipódromo Up, no Rio de Janeiro.
Gravou no disco “Quintais de Campo Grande” de Paulo Barcelos, lançado em 2006. Também gravou nos discos de artistas como Paulinho Tapajós, Cidinho 7 Cordas, Bruno Castro, entre outros.
A partir de 2014 integrou a Banda do Clube do Samba no Rio de Janeiro.
Por conta de seu trabalho como músico viajou por todo o Brasil, América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e África.

(fonte: Dicionário Cravo Albin da Musica Popular Brasileira)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Eliane Faria



 Eliane Faria
O bom gosto nasceu com ela. Aos cinco anos de idade, já ensaiava seus passos, na sala da casa do avô, o violonista César Faria, entoando os grandes enredos da fase áurea da Escolas de Samba. As preferências iam de Heróis da Liberdade, de Silas de Oliveira e Mano Décio da Viola da E.S. Império Serrano; Iaiá do Cais Dourado, de Martinho da Vila; o fundamental Chica da Silva, de seu tio Anescarzinho do Salgueiro, e naturalmente Memórias de Um Sargento de Milícias, de seu pai, Paulinho da Viola, para a Portela, campeã de 1966. Seletiva, portanto, a menina de Botafogo.
A afinação e a segurança foram heranças paternas. A beleza, o ritmo, a graça, o samba no pé e nas cadeiras, vieram da mãe Alcinéia Pereira, a mais bela passista do Salgueiro. E do padrinho Mauro Duarte, o romantismo com que interpreta seu Menino Deus, de uma forma tão bela, que seguramente Clara Nunes, sua criadora, assinaria.
Com esse back-ground Eliane Faria só poderia desabrochar na excelente cantora que é. Procurando fugir do rótulo de filha, neta, sobrinha, afilhada de geniais criadores da MPB, mas sem negar as influências, vem construindo uma carreira sólida na história da nossa música popular. A cada dia aprimora sua maneira pessoal de interpretar, que aliada à bela figura em cena, dominando palco e platéia, é motivo certo do sucesso de suas apresentações.
Estreando em 1994 no show A Filha Canta o Pai, foi surpreendida com a presença de Paulinho da Viola tocando pandeiro como simples ritmista. Fez apresentações respaldadas pela Velha Guarda da Portela, apresentou-se ao lado do velho companheiro Nelson Sargento. Cantou com Djavan, com Elza Soares, gravou com a Orquestra Sinfônica de Brasília, ganhou o mundo apresentando-se no Festival de Aarhus, na Dinamarca, onde foi agraciada em especial pela Rainha Elizabeth, que com ela encantou-se.
Não é privilegio real, pois quem a ouve percebe imediatamente estar na presença de uma cantora diversificada. O que pode ser constatado em seus shows e no mais recente CD, onde presta homenagem às vozes femininas que a encantaram na adolescência e contribuíram muito, para sua formação cultural e artística. Alma Feminina é a prova da constante evolução de Eliane Faria, que se espelhando em monstros sagrados como Elza Soares, Clara Nunes, Elizeth Cardoso, D. Ivone Lara, as irmãs Linda e Dircinha Batista, Ademilde Fonseca, Maysa, Beth Carvalho, Cristina Buarque, Clementina de Jesus, resgatando a importância de Odete Amaral, absorve o que de melhor cada uma delas tem e se constrói como grande interprete e eventual compositora.
(fonte: http://elianefaria.com.br)

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Rosane Corrêa & Clube do Blues








       Maurício Sahady

                     Cesar Lago

      Pedro Strasser

        Alamo Leal 
 
      Charles Zanol 

      PC Andrade

        Lia Costa e Heloísa Corrêa

Rosane Corrêa:
Formada em psicologia/teatro/música/jazz/sapateado, canta há 22 anos, ministra workshops e oficinas de dublagem, grava canções para desenhos e filmes. Roteirista de audiodescrição.   Recebeu 3 prêmios de melhor atriz em 2005, com o curta “Cólera”: KIKITO (Gramado), CANDANGO (Brasília) e NÓIA (Recife). Recebeu o Prêmio Inclusão Cultural da Pessoa Idosa 2010 – Inezita Barroso, do Ministério da Cultura.   Faz teatro, dublagens, locuções, narrações,spots, e gravou o AudioBook “As Mentiras que os Homens Contam”, de Luis Fernando Veríssimo, dentre outros. Na Rede Globo, Rosane Corrêa atuou em: “A Força de um Desejo”, “O Cravo e a Rosa” e “Um Anjo Caiu do Céu”; além de emprestar sua voz para o “Especial de Fim de Ano da Xuxa”, e para o “Casseta e Planeta Urgente”.   Últimos trabalhos no teatro: em 2010 o musical “No Piano da Patroa” de Roberto Bürgel, onde trabalhou como atriz/cantora/bailarina interpretando a Patroa, a Josefina, a Cigana e Pixinguinha, e em 2005 “O Anjo Negro” de Nelson Rodrigues, com direção de Nelson Rodrigues Filho, onde trabalhou como atriz e cantora.   Há 13 anos dedica-se ao Blues/Jazz/R&B, fazendo shows pelo Brasil com sua banda formada por grandes músicos do gênero.(fonte:http://www.rosanecorrea.com.br/)